GRANDES CANTORES 
PASSARAM PELO THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO e no Municipal  DO RIO DE JANEIRO e ou Teatro Colón de Buenos Aires.
           Escrito por Marco Antônio Seta   


Mario Del Monaco 

Gianfranco Cecchele cantou a Tosca e Gian Giacomo Guelfi interpretou Nabucco, La Gioconda, La Bohème, Tosca, Aída e Carmen. 

 
                                
                                                   Maria CALLAS e Gianni RAIMONDI

                                  
                                                             ELENA SOULIOTIS 


                                                    SAMUEL RAMEY,  bass americano




TENORES

Alfredo Krauss

1927–1999 — Espanhol

Um dos grandes intérpretes do bel canto e do repertório francês. Entre seus papéis principais: Werther, Alfredo (La traviata), Elvino (La sonnambula), Arturo (I puritani), Nemorino (L'elisir d'amore) e Hoffmann (Les contes d'Hoffmann).

Bruno Prevedi

1928–1988 — Italiano

Tenor de importante carreira internacional, particularmente ligado ao repertório italiano: Radamès (Aida), Cavaradossi (Tosca), Manrico (Il trovatore), Otello e Don Alvaro (La forza del destino).

Carlo Bergonzi

1924–2014 — Italiano

Um dos grandes tenores verdianos do século XX. Destacou-se como Alfredo, Radamès, Manrico, Riccardo, Don Alvaro, Ernani, Don Carlo e Otello, além do repertório de Puccini e do verismo.

Ruggero Bondino

1930–2019 — Italiano

Tenor italiano ligado ao repertório lírico e spinto. Cantou La Traviata, La Bohème, Rigoletto, Madama Butterfly, Lucia di Lammermoor e Tosca. 

Geraldo Chagas

1924–1998 — Brasileiro — Belo Horizonte, Minas Gerais

Um dos nomes brasileiros que merece destaque  para esta galeria. Entre seus principais papéis encontram-se:

  • Abate — Adriana Lecouvreur;
  • Spoletta — Tosca;
  • L'Incredibile — Andrea Chénier;
  • Goro — Madama Butterfly.
  • Guillot de Morfontaine - Manon 

Sua inclusão é particularmente importante para recuperar a participação dos artistas brasileiros ao lado dos grandes elencos internacionais.

Gianfranco Cecchele

1938–2018 — Italiano

Tenor de voz robusta, especialmente associado ao repertório de Verdi, Puccini e do verismo. Norma, Tosca, Il Trovatore, I Pagliacci, Aida, La Forza del Destino e Turandot fizeram o seu repertório. 

Giuseppe Campora

1923–2004 — Italiano

Cantou sobretudo repertório lírico e spinto, com papéis como Rodolfo (La bohème), Alfredo, Macduff,  Pinkerton (Madama Butterfly) e Cavaradossi.

Nino Crimi

? — Italiano

Tenor italiano. Data biográfica ainda a confirmar. Tenor de caráter, comprimário: Beppe, Fiorello, Goro, Parpignol, Normanno, Borsa, Gastone, Spoletta, Pong, L'Incredibile

Giuseppe Di Stefano

1921–2008 — Italiano

Uma das vozes mais célebres do século XX. Entre seus grandes papéis: Cavaradossi, Rodolfo, Alfredo, Edgardo, Faust, Werther, Nemorino e Canio.

No Brasil, sua passagem pelo Municipal é particularmente significativa por sua participação na histórica temporada de 1951, inclusive ao lado de Maria Callas.

Giuseppe Giacomini

1940–2021 — Italiano

Grande tenor dramático. Destacou-se em Otello, Radamès, Manrico, Calaf, Cavaradossi, Andrea Chénier e Don Alvaro.

Franco Corelli

1921–2003 — Italiano

Uma das maiores vozes do repertório spinto e dramático. Seus papéis emblemáticos incluem Calaf, Pollione, Radamès, Manrico, Don Carlo, Maurizio (Adriana Lecouvreur), Andrea Chénier e Cavaradossi.

Mario Del Monaco

1915–1982 — Italiano      

Uma das grandes referências do tenor dramático italiano. Otello, Radamès, Cavaradossi, Canio, Andrea Chénier, Manrico, Don Alvaro e Enzo Grimaldo estão entre seus papéis mais célebres.

Sua presença na temporada internacional de 1950 e 1969 em São Paulo é um dos capítulos mais importantes da história do Municipal, como Otello de Verdi. 

James McCracken

1926–1988 — Norte-americano

Especialista em repertório dramático: Otello, Canio, Cavaradossi, Radamès, Don José, Samson e Siegmund.

Jon Vickers

1926–2015 — Canadense

Um dos maiores tenores dramáticos de sua geração. Seus papéis incluíram Tristão, Siegmund, Peter Grimes, Otello, Enéas (Les Troyens), Florestan e Canio.

Maurizio Frusoni

1941–2000 — Italiano

Tenor italiano de carreira internacional.Cantou em São Paulo La Bohème e Tosca, de Puccini

Piero De Palma

1925–2013 — Italiano

Importante tenor de caráter e comprimário, com enorme repertório, incluindo Herodes (Salome), Spoletta, Pang, Goro, Monostatos e outros papéis característicos.

Vittorio Pandano

1919-2010 - Italiano, tenor de caráter e comprimário: Abate, Guinot, Spoletta, Peppe, Goro, Pong,  L'Incredibile (Andrea Chenier), Gastone, Borsa, Mensageiro (Aida). 

Luciano Pavarotti

1935–2007 — Italiano

Uma das vozes mais célebres da história da ópera. Seus papéis fundamentais incluem Rodolfo, Nemorino, Alfredo, Duque de Mantua, Canio, Arturo, Edgardo, Riccardo e Calaf.

Mirto Picchi

1915–1980 — Italiano

Tenor italiano de grande importância no período do pós-guerra, especialmente no repertório italiano.

Gianni Poggi

1921–1989 — Italiano

Destacou-se em Radamès, Cavaradossi, Manrico, Don José, Canio e Enzo Grimaldo.

Gianni Raimondi

1923–2008 — Italiano

Tenor lírico de grande elegância, célebre como Rodolfo, Alfredo, Edgardo, Nemorino, Elvino , Faust, Pinkerton, Enzo Grimaldo. 

Richard Tucker

1913–1975 — Norte-americano

Um dos grandes tenores americanos de origem judaica, posteriormente figura fundamental do Metropolitan Opera. Entre seus papéis: Cavaradossi, Radamès, Manrico, Don Alvaro, Andrea Chénier e Canio.


BARÍTONOS

Gino Bechi

1913–1993 — Italiano

Grande barítono verdiano: Rigoletto, Germont, Renato, Amonasro, Iago, Nabucco e Macbeth.

Benito Di Bella

1940–2008 — Italiano

Barítono italiano, especialmente ligado ao repertório de Verdi, Puccini e verismo.

Anselmo Colzani

1918–2006 — Italiano

Entre seus papéis mais importantes: Scarpia, Rigoletto, Amonasro, Iago, Tonio e Gérard.

Piero Cappuccilli

1929–2005 — Italiano

Uma das maiores autoridades do canto verdiano. Rigoletto, Macbeth, Renato, Giorgio Germont, Rodrigo, Simon Boccanegra, Nabucco e Iago constituíram parte essencial de seu repertório.

Tito Gobbi

1913–1984 — Italiano

Uma das figuras fundamentais da ópera do século XX, não apenas como cantor, mas também como ator e diretor. Seus papéis incluem Scarpia, Rigoletto, Falstaff, Iago, Gianni Schicchi, Michele e Baron Scarpia.

Na temporada de 1951 em São Paulo, participou de La traviata ao lado de Maria Callas e Giuseppe Di Stefano, episódio fundamental da história operística brasileira.

Gian Giacomo Guelfi

1929–2012 — Italiano

Barítono dramático, conhecido especialmente por Amonasro, Nabucco, Scarpia, Alfio, Tonio e Gérard.

Cornell MacNeil

1922–2011 — Norte-americano

Grande barítono americano, célebre sobretudo como Rigoletto, Macbeth, Amonasro, Scarpia, Renato e Tonio.

Enzo Mascherini

1910–1981 — Italiano

Barítono italiano de grande carreira internacional, particularmente no repertório de Verdi e Puccini.

Walter Alberti

? — Italiano?

Dados biográficos a confirmar.  Theatro Municipal de Sao Paulo: Tosca e Andrea Chenier(1961)

Walter Monachesi

? — Italiano  

Barítono italiano. Datas a confirmar. Set/Out.1968 - La Bohème, Rigoletto, Aida, Andrea Chenier, Tonio (I Pagliacci). Theatro Municipal de São Paulo.

Aldo Protti

1920–1995 — Italiano

Importante barítono verdiano. Seus papéis incluíram Rigoletto, Renato, Amonasro, Iago, Nabucco, Macbeth e Scarpia.

Fernando Teixeira

1933–1991 — Brasileiro

Barítono brasileiro de importante presença na vida lírica nacional. Representou inúmeros papéis de Verdi, Massenet, Delibes, Carlos Gomes, Puccini, Leoncavallo, Mascagni, Giordano e Ponchielli.


SOPRANOS

Leontyne Price

1927– — Norte-americana

Uma das grandes sopranos do século XX. Aida, Leonora (Il trovatore), Leonora (La forza del destino), Tosca, Donna Anna e Bess foram papéis fundamentais. Obs: Cantou Il Trovatore em junho de 1969,  no Teatro Colón de Buenos Aires.

Martina Arroyo

1937– — Norte-americana

Soprano dramática, célebre especialmente como Aida, Amelia, Leonora e Santuzza. Martina Arroyo cantou Aida entre 7 e 16 de junho de 1968 no Teatro Colón de Buenos Aires. 

Elisabetta Barbato

1921–2014 — Italiana

Soprano italiana do repertório lírico e spinto.

Ileana Cotrubas

1939–2026 — Romena

Grande soprano lírico. Destacou-se como Violetta, Mimì, Gilda, Micaëla, Tatiana e Lucia.

Grace Bumbry

1937–2023 — Norte-americana

Embora mezzosoprano por classificação, também desenvolveu carreira como soprano. Entre seus grandes papéis: Carmen, Amneris, Eboli, Tosca, Dalila, Salomé e Venus.

Edita Gruberová

1946–2021 — Eslovaca

Uma das maiores sopranos de coloratura da segunda metade do século XX: Lucia, Elvira (I puritani), Zerbinetta, Gilda, Konstanze e Marie (La fille du régiment).

Zinka Milanov

1906–1989 — Croata

Grande soprano dramática, sobretudo ligada a Leonora, Aida, Tosca, Maddalena, Gioconda e Amelia.

Anna Moffo

1932–2006 — Norte-americana

Especialista no repertório lírico e de coloratura: Violetta, Gilda, Lucia, Mimì, Adina e Juliette.

Magda Olivero

1910–2014 — Italiana

Uma das grandes intérpretes do verismo. Seus papéis emblemáticos incluem Adriana Lecouvreur, Fedora, Tosca, Maddalena (Andrea Chénier), Iris e Minnie.

Adelaide Negri

1943–2018 — Argentina

Foi soprano de coloratura e repertório lírico-spinto, com carreira especialmente ligada ao Teatro Colón de Buenos Aires. Entre seus papéis estiveram Violetta, Lucia, Butterfly, Liù, Elisabetta (Don Carlo), Leonora (Il trovatore), Amelia, Norma, Aida, Abigaille e Turandot. Sua presença em Semiramide no Municipal de São Paulo, em 1980, está registrada na documentação da temporada lírica de 1980.

Birgit Nilsson

1918–2005 — Sueca

Uma das maiores sopranos dramáticas do século XX: Turandot, Isolde, Brünnhilde, Elektra, Aida, Macbeth, Tristão e Isolda e Salome.

Jessye Norman

1945–2019 — Norte-americana

Soprano de extraordinária amplitude: Ariadne, Elisabeth, Cassandra, Dido, Isolde, Sieglinde e Madame Lidoine.

Beverly Sills

1929–2007 — Norte-americana

Grande soprano de coloratura. Seus papéis mais célebres incluem Violetta, Lucia, Norma, Marie, Rosina, Manon e Elisabetta (Roberto Devereux).

Elena Souliotis

1943–2004 — Grega     

Soprano de repertório dramático, conhecida sobretudo por Nabucco, Macbeth, Norma, Abigaille e Santuzza.

Antonietta Stella

1929–2022 — Italiana

Grande soprano italiana: Aida, Leonora, Tosca, Maddalena, Amelia, Desdemona e Manon Lescaut.

Joan Sutherland

1926–2010 — Australiana

A célebre “La Stupenda”, uma das maiores sopranos de coloratura da história. Lucia, Elvira, Amina, Maria Stuarda, Elisabetta, Marguerite de Valois e Norma estiveram entre seus grandes papéis.

Mabel Veleris

1937–2008 — Argentina

Soprano argentina, formada no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón. Sua carreira incluiu Tosca, Andrea Chenier, Fidélio,  Madama Butterfly, Aida, Abigaille, Il Trovatore, Desdemona, Leonora e Amelia. No Municipal de São Paulo, está documentada em Maria Tudor (1978); Macbeth (1982) e Tosca (1983).

Virginia Zeani

1925–2023 — Romena

Grande soprano lírico-spinto. Seus papéis incluíram Violetta, Tosca, Mimì, Adriana Lecouvreur, Aida,  Manon Lescaut, Elisabetta e Cleopatra.


MEZZOSOPRANOS

Fedora Barbieri

1920–2003 — Italiana

Uma das grandes mezzosopranos italianas do século XX: Amneris, Eboli, Azucena, Ulrica, Maddalena e Carmen.

Teresa Berganza

1933–2022 — Espanhola

Grande intérprete de Rossini e Mozart: Rosina, Cenerentola, Isabella, Cherubino e Carmen.

Fiorenza Cossotto

1935– — Italiana

Uma das grandes vozes de mezzo do período pós-guerra. Amneris, Azucena, Eboli, Maddalena, Ulrica e Carmen foram papéis fundamentais.

Christa Ludwig

1928–2021 — Alemã

Uma das mais importantes mezzosopranos do século XX: Octavian, Orfeo, Dorabella, Brangäne, Fricka, Klytämnestra e Carmen.

Elena Obraztsova

1939–2015 — Russa

Grande mezzo-soprano russa, célebre como Amneris, Azucena, Eboli, Carmen, Marina e Marfa.

Elena Nicolai

1905–1993 — Búlgara

Mezzo-soprano búlgara de importante carreira internacional, especialmente no repertório italiano.

Marta Rose

1925–2006 — Mezzo-soprano — Chilena


Importante mezzo-soprano chilena, com expressiva atuação nos palcos brasileiros, especialmente no Theatro Municipal de São Paulo, onde interpretou alguns dos grandes papéis do repertório de mezzo-soprano.

Principais apresentações no Theatro Municipal de São Paulo:

  • Amneris — Aida, de Giuseppe Verdi: 1957, 1967, 1968 e 1970;
  • Azucena — Il trovatore, de Giuseppe Verdi: 1957;
  • Carmen — Carmen, de Georges Bizet: 1970;
  • Laura Adorno — La Gioconda, de Amilcare Ponchielli: 1969, apresentada tanto no Theatro Municipal de São Paulo quanto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
  • Santuzza na Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni em 1968

Sua trajetória é especialmente significativa porque Marta Rose esteve presente no Municipal paulistano durante mais de uma década, atravessando diferentes temporadas e consolidando uma presença expressiva no repertório verdiano.

Giulietta Simionato

1910–2010 — Italiana

Uma das maiores mezzos do século XX. Azucena, Amneris, Eboli, Santuzza, Princesa de Boillon, Adalgisa, Rosina e Carmen estão entre seus papéis históricos. Apresentou-se no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1954. Viveu 100 anos. 

Lucia Valentini Terrani

1946–1998 — Italiana

Grande intérprete de Rossini: Isabella, Rosina, Cenerentola, Malcolm e Tancredi. ( 1976;  La Cenerentola)  no Theatro Municipal de São Paulo. 

Tatiana Troyanos

1938–1993 — Norte-americana de origem russa

Mezzo-soprano de enorme versatilidade: Octavian, Carmen, Eboli, Dorabella, Brangäne e Kundry.


BAIXOS

Carlo Cava

1928–2018 — Italiano

Correção incorporada: italiano. Nasceu em Ascoli Piceno, em 16 de agosto de 1928, e morreu em 1º de setembro de 2018.

Entre seus principais papéis: Ramfis (Aida), Banquo (Macbeth), Zaccaria (Nabucco), Padre Guardiano (La forza del destino), Sarastro, Boris Godunov, Pimen, Seneca e Angelotti.

Boris Christoff

1914–1993 — Búlgaro

Um dos maiores baixos do século XX. Boris Godunov, Mefistofele, Felipe II, Padre Guardiano, Zaccaria e Dosifey foram alguns de seus papéis fundamentais.

Cesare Siepi

1923–2010 — Italiano

Grande baixo italiano, célebre sobretudo como Don Giovanni, Leporello, Figaro, Felipe II, Padre Guardiano, Mefistofele e Silva.Esteve no T.M. do Rio de Janeiro em 1954 e 1964.

Nicolai Ghiaurov

1929–2004 — Búlgaro

Um dos grandes baixos do século XX: Mefistofele, Felipe II, Boris Godunov, Padre Guardiano, Zaccaria, Fiesco e Don Giovanni.

Nicola Ghiuselev

1936–2014 — Búlgaro

Baixo búlgaro de grande carreira internacional, especialmente ligado a Felipe II, Boris Godunov, Mefistofele, Fiesco e Attila.

Giuseppe Modesti

1915–1998 — Italiano

Baixo italiano, integrante da geração de grandes cantores que circularam pelos palcos brasileiros no período áureo da ópera internacional.

Giulio Neri

1909–1958 — Italiano

Baixo de extraordinária presença cênica e vocal. Destacou-se em Boris Godunov, Mefistofele, Padre Guardiano, Ramfis e Sparafucile. Participou da Temporada Lírica em 1951 em São Paulo

Nicola Rossi-Lemeni

1920–1991 — Italiano

Um dos baixos mais importantes do pós-guerra. Boris Godunov, Mefistofele, Don Giovanni, Padre Guardiano, Zaccaria e Filippo II estiveram entre seus grandes papéis. Participou da Temporada Lírica de 1951 em São Paulo.

Mario Rinaudo

1936– — Italiano

Sua carreira começou em 1959, nas Termas de Caracalla, em Roma, como Angelotti em Tosca.

Entre os papéis que o senhor pesquisou e que devem obrigatoriamente constar desta galeria:

  • Ramfis — Aida;
  • Gajolo — Fosca, de Carlos Gomes;
  • Sparafucile — Rigoletto;
  • Banquo — Macbeth;
  • Timur — Turandot.

A atuação como Sparafucile está documentada em uma gravação de Rigoletto de 1980, em Pádua.

Ruggero Raimondi

1941– — Italiano

Um dos grandes baixos-barítonos de sua geração. Don Giovanni, Leporello, Escamillo, Boris Godunov, Felipe II, Mefistofele e Scarpia estão entre seus papéis mais conhecidos.

René Pape

1964– — Alemão

Baixo alemão de enorme projeção internacional. Especialista em Sarastro, Rocco, Gurnemanz, König Marke, Hunding, Boris Godunov e Felipe II.

Italo Tajo

1915–1993 — Italiano

Baixo-barítono de extraordinária versatilidade. Leporello, Figaro, Don Pasquale, Dulcamara, Bartolo e Melitone foram alguns de seus grandes papéis. Em 1964 cantou no TM do Rio de Janeiro e no TM de São Paulo em 1951 e 1955. 

José van Dam

1940–2026 — Belga

Grande baixo-barítono belga, de repertório excepcionalmente amplo: Leporello, Golaud, Escamillo, Don Quichotte, Méphistophélès, Figaro, Boris Godunov e Hans Sachs, Jacopo Fiesco.


A temporada lírica oficial de 1951: Reuniu os melhores cantores líricos da época em São Paulo e Rio de Janeiro no Theatro Municipal: Agnes Ayres, Fedora Barbiere, Maria Callas, Elisabetta Barbato, Eliana Leozzi e Renata Tebaldi; Gino Bechi, Tito Gobbi, Enrico Campi, Beniamino Gigli, Mario Fillipeschi, Giuseppe Di Stefano, Mirto Picchi e Cesario Valletti; Giulio Neri, Giuseppe Modesti e Nicola Rossi-Lemeni. Maestros Regentes: Tullio Serafin, Umberto Berrettone e Edoardo de Guarnieri.   

            

Marta Rose (Carmen) - Nicola Ghiuselev cantou o Príncipe Gremin na ópera Ievgueni Onieguin, de Tchaikowsky


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